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  • Sobre divulgação

    Posted on junho 16th, 2007 admin 4 comments

    Recentemente estive conversando com um integrante da minha equipe na empresa que represento. Ele estava iniciando e tinha dúvidas sobre a divulgação do site. Notei que ele realmente precisava de ajuda, visto que já estava tomando o rumo errado.

    Muitos distribuidores, no intuito de iniciar o mais rápido possível o negócio, acabam por não tomarem os devidos cuidados e até mesmo não se preocupam em analisar sua estratégia de divulgação. Pior, passam a adquirir essas listas de emails que prometem milhões de endereços por preços baixos. Isso pode ter um efeito totalmente contrário do pretendido, ou seja, em vez de elevar a imagem da empresa perante seu público alvo, tem como retorno a repúdia e protesto por parte de quem recebe a propaganda. E não fica por aí, a prática de SPAM (envio de email sem o devido consentimento do destinatário da mensagem), que a cada dia avança mais, pode trazer sérios prejuízos, tanto para a empresa quanto para o distribuidor. E grande parte destas listas de emails (para não dizer todas), que supostamente tem a autorização das pessoas que têm seus emails incluidos nestas listas, não passam de grandes prospectores do SPAM no Brasil e no mundo. Portanto, cuidado!

    Para divulgar, não basta apenas criar um texto e mandar ver! É preciso analisar seus objetivos, o público alvo a quem se destina a sua campanha de divulgação, quais os meios (e ferramentas) que poderá utilizar, os custos envolvidos e se o custo-benefício (incluindo aí o esforço exigido) é compensatório.

    Feito isso, terá dado um grande passo para o desenvolvimento da sua estratégia.

    Para trabalho na internet, nós temos a nossa disposição diversos meios. Alguns gratuitos e outros pagos! Ambos têm seus pontos positivos e negativos.

    Os meios de divulgação gratuito tem como vantagem, óbvio, o custo. Neste tipo de divulgação poderemos utilizar os grupos de discussão do yahoo, bol, uol, google, orkut, etc. Porém, devem divulgar apenas em grupos relacionados ao seu negócio. Assim estará evitando o SPAM. Existem também os classificados gratuitos na internet, como por exemplo, o www.sosclassificados.com.br e fóruns, como por exemplo, www.forum.trabalhona.net, entre outros. Procure no google. Com este tipo de divulgação poderá atingir um grande número de pessoas. Como desvantagem da divulgação gratuita podemos citar o esforço exigido (que é muito maior do que o pago), a impossibilidade de ter o total controle do desempenho e do público alvo e, no caso de divulgação nos grupos, a baixa eficiência, visto que as pessoas que acessam estes grupos já desenvolvem alguma oportunidade e estão lá mais para divulgar a sua própria oportunidade do que propriamente buscar uma nova forma de renda.

    Para divulgar utilizando os meios pagos poderá partir para os LINKS PATROCINADOS, dentre os quais utilizo o Google Adwords neste link tem um botão para acesso ao serviço – que para mim é a melhor forma de divulgação existente na internet. Ao contratar este serviço verá uma explosão de acessos em seu site. Além disso você terá controle total sobre a sua divulgação. Poderá escolher o país, o estado, a cidade que deseja atingir. Também irá escolher as palavras chaves relacionadas ao seu negócio, como por exemplo: renda extra, oportunidade, trabalho em casa, suplementos nutricionais, cosméticos, perfumes, etc… A vantagem para este tipo de divulgação é que as pessoas procuram o seu site e não o contrário. Não é você que estará empurrando um produto, mas o cliente é que necessita do produto. Isto faz uma grande diferença. O custo varia de divulgação para divulgação e é você quem define quanto irá investir. No caso do Google Adwords para abrir uma conta paga-se R$20 de taxa (única) de registro. Para abrir a campanha, irá pagar por clicks, ou seja, quando uma pessoa visualizar sua campanha na consulta do google, por exemplo, e der um click, será abatido um valor da sua conta. Neste caso, se ao abrir a campanha você colocou R$40, e o click dado pela pessoa valia R$0,14, você ficará com um saldo de R$ 39,86. E assim sucessivamente até zerar o seu saldo. Isto acontecendo, sua campanha ficará inativa até que você coloque novo valor na sua conta.

    Luiz Carlos

    www.trabalhona.net/luiz

  • Informe urgente sobre o suco NONI

    Posted on junho 2nd, 2007 admin No comments

    INFORME ANVISA / MS
    ORGÃO: AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
    ÁREA: ALIMENTOS

    ESCLARECIMENTOS SOBRE A COMERCIALIZAÇÃO DO SUCO DE FRUTA NONI
    (Morinda citrifolia)

    I. Introdução
    A Morinda citrifolia, também conhecida como Noni, é um arbusto encontrado em algumas regiões tropicais do mundo. As frutas desta planta possuem histórico de uso nas farmacopéias de países do Sudeste Asiático e, nas últimas décadas, ocorreu um aumento significativo do interesse científico e comercial relativo ao suco de frutas noni. A literatura científica sobre essa espécie vegetal é extensa, principalmente em relação aos seus possíveis efeitos farmacológicos e usos terapêuticos. No entanto, a quantidade de publicações que avaliaram a segurança dessa espécie é limitada (West et al., 2006).

    II. Objetivo
    Esclarecimentos sobre a comercialização do suco de fruta noni no Brasil.

    III. Análise
    Em 2004, a Anvisa verificou que algumas empresas estavam comercializando o suco de fruta noni e realizando alegações de propriedades terapêuticas e medicamentosas, tais como: propriedades anticancerígenas, antiinflamatórias, analgésicas e anti-sépticas, entre outras. Durante esse período, foram suspensas mais de 15 peças publicitárias contendo alegações indevidas referentes ao produto, por meio da publicação das Resoluções RE nº. 7/2004, nº. 9/2004 e nº. 148/2004.

    O suco de fruta noni é um produto sem histórico de consumo pela população brasileira e, portanto, enquadrado na definição de novo alimento estabelecida pela Resolução nº. 16/1999. Para que o produto possa ser comercializado no Brasil é necessário que as empresas interessadas apresentem documentação científica comprovando sua segurança de uso e solicitem seu registro na Anvisa.

    Levantamentos realizados nas principais ferramentas de busca de periódicos na internet identificaram estudos relatando casos de toxicidade hepática em humanos associadas ao consumo de noni (Stadlbauer et al, 2005; Gunda et al, 2005; Yüce et al, 2006) e um caso de toxicidade renal (Mueller et al, 2000).

    Além das questões relativas à segurança, a GGALI encontrou dificuldade em definir o papel do suco de noni na alimentação dos brasileiros, uma vez que:
    • A ingestão recomendada do produto é de apenas 30 ml por dia, o que não é compatível com a porção usual de consumo de sucos (200 ml);
    • Existe um grande número de propagandas relacionando o consumo do produto a possíveis benefícios farmacológicos, facilmente encontrados na internet;
    • Há ampla disponibilidade de sucos de frutas no Brasil com elevado valor nutricional, preço acessível e sem qualquer restrição de consumo. Desta forma, até o momento nenhum suco de fruta noni foi aprovado e registrado como alimento pela Anvisa.

    IV. Considerações Finais
    As publicações científicas sobre o suco de noni têm trazido muita controvérsia sobre sua segurança como alimento. Os relatos de efeitos hepatotóxicos descritos na literatura científica precisam ser melhores esclarecidos e entendidos, sendo necessários mais estudos bem controlados que elucidem adequadamente esta questão.

    Portanto, com o intuito de proteger e promover a saúde da população, os produtos contendo Noni não devem ser comercializados no Brasil como alimento até que os requisitos legais que exigem a comprovação de sua segurança de uso e registro sejam atendidos.

    Referências Bibliográficas
    West, B. J.; Jensen, C. J.; Westendorf, J. and White, L. D. A Safety Review of Noni Fruit Juice. Journal of Food Science, Vol. 71, 2006.

    Stadlbauer, V.; Fickert, P.; Lackner, C.; Schmerlaib, J.; Krisper, P.; Trauner, M. and Stauber, R. E. Hepatotoxicity of NONI juice: Report of two cases. World Journal Gastroenterology 11 (30): 4758-4760, 2005.

    Gunda, M; Stadlbauer, S. and Wolfgang, V. Herbal hepatotoxicity: acute hepatitis caused by a Noni preparation (Morinda citrifolia). European Journal of Gastroenterology & Hepatology 17 (4): 445-447, 2005.

    Yüce, B; Gülberg, V.; Diebold, J. and Gerbes, A. L. Hepatitis induced by Noni juice from Morinda citrifolia: a rare cause of hepatotoxicity or the tip of the iceberg? Digestion. 73 (2-3):167-70, 2006.

    Mueller BA, Scott MK, Sowinski KM, Prag KA. Noni juice (Morinda citrifolia): hidden potencial for hyperkalemia? Am. J. Kidney Dis.: 35, 310-312, 2000.

    Fonte: www.anvisa.gov.br
    Link do Informe: http://www.anvisa.gov.br/alimentos/informes/25_290507.htm

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  • Treinamento

    Posted on junho 1st, 2007 admin 3 comments

    Em novembro de 2006, iniciamos um treinamento – para minha rede na Nsp – utilizando como base o livro O Básico de Don Failla. O plano de marketing da Nsp se encaixava com uma luva no que era exposto no livro.

    Na Nsp não adianta cadastrar milhares de pessoas diretamente e se descuidar do desenvolvimento dos seus downlines. É muito mais produtivo cadastrar um certo número de pessoas, ensiná-los e ajudá-los a construir sua rede. No livro fala justamente isso, ter compromisso com sua downline. Ele nos ensina que devemos apoiar, treinar e estar à disposição, principalmente no início, para que o novo empreendedor possa realmente ter sucesso na empresa. Quanto mais pessoas de sucesso ajudarmos a formar, maior será o nosso crescimento. Isto é tão importante que até mesmo a Nsp premia os que assim o fazem, como por exemplo, se um empreendedor ajuda a formar 5 masters na empresa, sobe para o nível Prata. Se formar 20 masters chega ao nível Ouro, e assim sucessivamente até o último degrau, o nível Diamante.

    Portanto, segue essa dica: Estude o livro e coloque em prática seus ensinamentos. Assim, estará dando um grande passo rumo ao sucesso, seja na Nsp, Balsamo ou qualquer outra empresa de marketing multinível.

    Luiz Carlos

  • Próximo Trilhão

    Posted on fevereiro 21st, 2007 admin No comments

    O Próximo Trilhão
    Por que razão o Marketing Multinível está posicionado para conduzir a próxima maior potência econômica?
    por John Milton Fogg

    Um terremoto está para chegar. De fato, os seus primeiros tremores já começaram. As fundações econômicas estão perceptivelmente a tremer; há rachaduras finíssimas a alastrar ao longo das paredes de estuque dos nossos hábitos domésticos de consumo; os quadros perfeitamente emoldurados da atual realidade fiscal estão começando a cair dessas paredes. Parece que vai atingir 8 graus (ou mais), na escala econômica de Richter e só um homem parece ser capaz de ouví-lo chegar.

    Todas as gerações, entre milhares de comentadores sociais brilhantes ou meramente inteligentes, produzem um ou dois visionários, com visões espetaculares, capazes de ultrapassar os limites da sua própria especialidade e irromper por entre todas as disciplinas. Temos os nossos Benjamin Franklins, os nossos Buckminster Fullers e… Paul Zane Pilzer, o homem que capta as mudanças sísmicas na nossa economia.

    O Sr. Pilzer prontamente assume que não tem qualquer bola de cristal: tudo se encontra nas informações. Contudo, o autor por três vezes “best-seller” do New York Times e assessor econômico de duas administrações presidenciais, tem uma habilidade extraordinária para reunir uma grande quantidade de fatos e números e daí retirar um significado relevante. As suas visões extraordinárias têm atraído, há mais de uma década, as atenções dos distribuidores de Marketing Multinível.

    Agora, ele está de volta com uma nova mensagem: estamos testemunhando o nascimento explosivo de uma nova indústria de um trilhão de dólares e os distribuidores por todo o mundo estão posicionados para estarem na vanguarda dessa explosão.

    Após dois séculos de oportunidade econômica para os pioneiros da fabricação, entra-se agora na era da distribuição. Atualmente, quem vai ter a maior oportunidade de riqueza são aqueles que concordam com o que o Sr. Pilzer chama de “distribuição intelectual”. O mesmo conceito que descreve o Marketing Multinível.

    NML: Sr. Pilzer, você foi o primeiro economista de renome a pronunciar-se favoravelmente sobre o Marketing Multinível. O que é que de início lhe chamou a atenção para este negócio?
    Acho que seria mais exato dizer que foi o negócio que me encontrou. Tudo começou com o meu livro escrito em 1990, “Riqueza Ilimitada”, que analisava os diferentes setores da nossa economia e projetava algumas mudanças interessantes para o ano 2000.

    Nos anos 70 e 80, disseram-nos: “O que está errado com a América é que nós não fazemos as coisas”. Então, os jovens inteligentes daquela época começaram a fazer as coisas. De fato, fizeram-nas tão bem que reestruturaram completamente a economia a varejo, ao converterem todas as matérias-primas caras em plásticos e o trabalho em processos de fabricação automatizados e flexíveis. Tomemos, por exemplo, um produto de 300 dólares. Pode ser qualquer coisa: uma televisão, uma máquina fotográfica, um vestido. Nos anos 60, os custos de fabricação deste produto eram de 150 dólares. Cerca de 50 % do custo deste produto estava na fabricação e os restantes 50 % na distribuição. Por volta dos anos 90, o mesmo produto continuava a ser vendido por 300 dólares, mas com muito melhor qualidade geral apesar do custo de fabricação ter caído de 150 para 15 ou 20 dólares!!! Agora 80 a 85% do custo dos produtos estava na distribuição e apenas 15 a 20% na fabricação.

    Em 1990, no livro “Riqueza Ilimitada”, eu explicava que as maiores oportunidades de riqueza já não residiam na fabricação mas sim na distribuição. E o livro previa que isto continuaria, pelo menos, durante a próxima década. Por essa razão, as pessoas mais ricas do mundo em 1990 eram aquelas que tinham encontrado melhores maneiras de distribuir produtos e não melhores maneiras de fabricar produtos.

    NML: Pode-nos dar alguns exemplos dessas “pessoas mais ricas”, que fizeram fortuna a partir da distribuição?
    Em 1961, Sam Walton fundou uma empresa que se comprometeu a nunca fazer a sua própria marca e a divulgar unicamente produtos de outras marcas. Por volta de 1990, não só o Walmart era o maior varejista do mundo, mas Sam Walton era também a pessoa mais rica – um homem que venceu na vida ao distribuir os produtos de outras pessoas. (A propósito, Sam Walton tinha em alto conceito “Riqueza Ilimitada” e apoiou enfaticamente o livro).

    Em 1990, Fred Smith foi considerado o empresário de uma companhia aérea com mais êxito. Em 1976, tinha fundado uma companhia aérea com uma frota própria de aviões e pilotos, no entanto, não transportava pessoas! O único objetivo da Federal Express era transportar mercadorias – distribuição – uma idéia inaudita em 1976.

    Ross Perot foi uma das pessoas mais ricas do mundo em 1990. Fundou uma empresa de computadores no valor de 3,5 bilhões de dólares, que nem fazia software nem hardware. O que é que fazia o EDS? Distribuía o software e hardware de outras pessoas.

    NML: De que maneira as suas observações sobre riqueza e distribuição chamaram a atenção dos distribuidores de Multinível?
    Nesse ano, participei por três vezes no programa “Larry King Live”. Estava explicando o livro num desses programas e um indivíduo distribuidor de uma companhia de Marketing Multinível estava por acaso vendo o programa. Ele, um Executivo Sênior altamente graduado na sua companhia, chamou a atenção do mais graduado Executivo Sênior para o programa. Estes e muitos dos seus colaboradores leram o livro e disseram: “Olha, aqui está uma análise econômica do porquê do funcionamento do nosso negócio. Este cara não faz idéia do que é o Marketing Multinível, mas sabe por que razão funciona!”

    Eu não fazia idéia do que era a companhia. Nem sequer sabia o que era o Marketing Multinível. Não estava tentando promover nada, talvez a razão pela qual a minha pesquisa tenha sido tão bem sucedida. Estava apenas utilizando informações empíricas e analisando a distribuição na América e no mundo. Os colaboradores desta companhia decidiram convidar-me como orador para lhes explicar o que eu tinha falado no “Larry King Live”. Foi assim que tudo começou.

    NML: Isso foi há mais de uma década e desde então tem sido uma referência para todos os distribuidores de Multinível. Obviamente o seu pensamento não parou de evoluir. O que é que tem acontecido nos últimos 10 anos?
    Modifiquei bastante a minha perspectiva. Em 1990, as oportunidades ainda se baseavam na distribuição física dos produtos. Desde então, temos assistido a uma mudança drástica. No meu novo livro, “O Próximo Trilhão”, divido a distribuição em duas funções: física e intelectual.

    A distribuição física significa levar o produto ao consumidor – produtos que o consumidor já sabe que quer. O Walmart é assim: sabemos exatamente aquilo que queremos quando vamos ao Wal Mart: entramos, escolhemos e saímos da loja. Não aprendemos lá nada de novo.

    A distribuição intelectual ocorre quando aprendemos algo sobre um novo produto ou serviço que não sabíamos que existia. Até 1990, as grandes oportunidades para fazer fortunas com a distribuição, as oportunidades dos Fred Smiths; Ross Perots e Sam Waltons, residiam na distribuição física. Hoje, as grandes oportunidades estão na distribuição intelectual.

    NML: Por exemplo…?
    Em 1999, um homem de negócios foi reconhecido pela revista Time como o homem do ano (fato especialmente significativo, visto ser muito raro um homem de negócios ganhar essa distinção). De quem se tratava? Jeff Bezos, que revolucionou a distribuição de livros com a amazon.com.

    Agora, vejamos mais em pormenor: Jeff Bezos está realmente no negócio da distribuição intelectual. Uma pessoa não assina a amazon.com só para receber o livro fisicamente; assina para aprender sobre o livro. Lê as várias críticas; vê outros livros dentro da mesma categoria e pode mesmo consultar o site só para descobrir se existe algum livro relativo a um determinado assunto.

    Na verdade, o grande crescimento da distribuição física, que eu descrevi na “Riqueza Ilimitada”, já se verificou. As fortunas que tinham de ser feitas já o foram na grande maioria. As fortunas que serão feitas no novo milênio – pelo menos na primeira década do novo milênio – serão mais de distribuição intelectual: educar os consumidores sobre produtos e serviços que irão melhorar as suas vidas e de cuja existência eles nem sequer sabem.

    NML: Porque é que é aí que estão as verdadeiras oportunidades hoje em dia?
    Porque é esse precisamente o principal entrave. Houve uma altura em que os dois aspectos da distribuição – o físico e o intelectual – estavam normalmente associados debaixo do mesmo teto. Isso já não acontece.

    Se tiver a minha idade, ainda se deve lembrar das primeiras vezes que entrou numa loja e pensou consigo: “Meu Deus, sei mais sobre este produto do que o empregado que está a vendê-lo!” Há 25 anos atrás, isso era chocante. Quem é que pensava em abrir uma loja em que o empregado não soubesse nada sobre o produto?

    Atualmente, isso é universalmente aceito. Hoje em dia, espera-se que o consumidor conheça o produto. Existem ainda alguns varejistas de especialidade, como é o caso da Nordstrom. Mas, no geral, os varejistas abandonaram por completo a função tradicional de ensinar as pessoas sobre os produtos. Em vez disso, focaram-se na função de entregar o produto de forma eficiente e barata.

    Vá a um stand de automóveis e fale com o vendedor: será que aquele vendedor possui o carro de que estão falando? Provavelmente não. Vá a uma loja de eletrônicos: quantas vezes encontra um vendedor que possui realmente o produto que está pensando em comprar – ou que tenha sequer possibilidades de ter um? Raramente. O negócio daquelas pessoas é mostrar-lhe a prateleira onde pode encontrar o produto. Não estão ali para lhe ensinar o que é.

    NML: Então, onde é que aprendemos atualmente?
    Esse é o problema. Atualmente, o ritmo da mudança tecnológica está acelerando rapidamente, independentemente da indústria. Quando aprendemos sobre um produto e estamos prontos para comprá-lo, sabe o que acontece? Já existe um melhor! Onde é que aprendemos sobre este último? Em lugar nenhum. É isso que está faltando. É esse o entrave na nossa economia. Fale com qualquer fabricante e ele vai dizer-lhe: “Estamos vendendo os modelos A, B, C, e D; o modelo novo, o F, é sete vezes melhor, até está com melhor preço, mas ninguém o compra ainda!” Por que razão? Porque ainda não sabem nada sobre ele. A isto chama-se “backlog”.

    Eu constatei isso quando desenvolvemos um software educacional no início dos anos 90: ali estava um produto que podia mudar radicalmente a vida de uma criança, mas tornava-se mais caro informar as pessoas sobre o produto do que produzi-lo. Até encontrarmos uma empresa de marketing multinível no decorrer dos anos 90, estávamos bastante adormecidos: tínhamos novos produtos espetaculares, mas não tínhamos maneira de informar o consumidor da sua existência.

    NML: De que maneira o Marketing Multinível, ao fazer isso, contrasta com as formas de marketing mais tradicionais, como é o caso da publicidade ou outros canais de massa?
    O Marketing Multinível, atualmente, é quase no seu todo distribuição intelectual. Quando um distribuidor de Multinível discute um produto com o consumidor, não entrega pessoalmente esse produto. Pode servir-se dos Correios ou de qualquer outro serviço de entrega para que o produto chegue ao consumidor.

    Ainda mais fascinante é o fato de atualmente o Marketing Multinível ser feito tipicamente pessoa a pessoa por alguém que também é utilizador do produto. Ao contrário do vendedor de automóveis, de eletrônicos ou de vestuário, o distribuidor de Multinível é um utilizador experimentado, conhecedor e entusiamado com o produto que lhe está sendo solicitado.

    As empresas que prosperam no Marketing Multinível vão centrar-se quase por completo na distribuição intelectual, ensinando as pessoas acerca de novos produtos e serviços que irão melhorar as suas vidas. Aquelas que realmente vão distinguir-se terão algum tipo de tecnologia única e própria. E não apenas única, mas eficaz – melhor do que qualquer outra existente.

    NML: Portanto, observou o impacto da oportunidade passar da fabricação para a distribuição física e agora para a distribuição intelectual. Em que mais aspectos mudou a sua maneira de pensar? Qual é o tema principal do “Próximo Trilhão”?
    Comecei por focar-me nas grandes necessidades da América, o que me encaminhou para algumas direções surpreendentes. As pessoas pensam nas suas necessidades de uma maneira muito mundana: “Preciso de um vestido novo que não me faça parecer gorda”, ou “Preciso de um carro que gaste menos”. Eu olhei para a situação a um nível mais abrangente: temos necessidades mais fundamentais, como comer, dormir, ser saudável, ter instrução. Enquanto estudava cuidadosamente as condições atuais, descobri que a maior necessidade da América, hoje em dia, é o bem-estar.

    NML: Pode definir “bem-estar”?
    Eu defino “bem-estar” em termos do dinheiro gasto para nos sentirmos mais saudáveis, …. Para nos fazer sentir mais fortes; para nos fazer ver melhor; para nos fazer ouvir melhor. Enfim, para combater aquilo a que poderíamos chamar os sintomas do envelhecimento.

    NML: Porque lhe chama o “próximo” trilhão?
    No ano 2000, a indústria do bem-estar na América já ascendia a 200 bilhões de dólares; cerca de metade disso corresponde a 24 bilhões gastos em academias de ginástica, mais 70 bilhões gastos em vitaminas e minerais. Estes 200 bilhões, há dez anos atrás, eram apenas uma miragem.

    NML: Quem está gastando esse dinheiro?
    Na sua grande maioria, os Baby Boomers: pessoas prósperas com idades compreendidas entre os 35 e os 55 anos. Os Baby Boomers são uma força econômica poderosa e todo o mercado de compra e venda sabe disso. Representam apenas 28% da nossa população mas, a nível econômico, representam quase 70%.

    Os Baby Boomers são a primeira geração que conhecemos, ao longo da história de que há registro, que se recusa a aceitar o processo de envelhecimento. Este aspecto é fascinante do ponto de vista do marketing. Repare nos carros que eles compram: são estilo “retro”, desenhados para fazer com que eles se sintam nos tempos do liceu. Repare nas roupas que eles compram: também são “retro” – parecem as roupas que eles queriam ter comprado mas não podiam quando andavam no liceu.

    Até agora, a intenção de marketing relativa ao Baby Boomer tinha andado à volta de como fazê-lo sentir-se mais jovem, como ajudá-lo a relembrar o que era ser jovem. Agora, avançou um passo. Hoje, os Boomers estão a começar a comprar coisas que, de fato, os tornam mais jovens!

    Isto está apenas começando. A maioria das pessoas nem sequer sabe que existe este tipo de produtos. Quando o resto deste grupo dos 50% do poder de compra aprender sobre bem-estar, o setor vai explodir. Já passou de virtualmente 0 em 1990 para 200 bilhões nos dias de hoje. É fácil de ver que estes 200 bilhões vão se transformar num trilhão – ou mais – por volta do ano 2010.

    NML: Tem reações das pessoas, do tipo: “O quê… um trilhão de dólares?”
    Sim, todos os dias. Mas veja a coisa em perspectiva. O primeiro computador da IBM surgiu em 1981 e, em 1990, as vendas de computadores excederam as vendas de automóveis. Ninguém sabia o que era a Internet em 1990 e os consumidores só foram autorizados a aceder à Internet com as suas próprias contas e endereços eletrônicos privados em 1995. Em 2000, a esmagadora maioria da nova riqueza e dos novos milionários deste país estavam sendo criados pela Internet. Dada a rapidez com que estas novas indústrias crescem, um trilhão de dólares em bem- estar por altura do ano 2010 começa a parecer uma previsão conservadora.

    NML: Será que a necessidade da distribuição intelectual se aplica à indústria do bem-estar?
    Completamente. Por definição, todo o bem-estar é nova tecnologia. Não existe virtualmente nenhum lugar onde se possa aprender sobre isso. Se for a uma clínica convencional de perda de peso, eles estão empenhados em vender-lhe os seus próprios produtos alimentares processados. Não lhe dão quaisquer lições de bem-estar. A informação simplesmente não existe. Toda a investigação no negócio da medicina é sobre doenças. Para onde é que o consumidor se volta?

    A única forma de aprender sobre bem-estar é através de alguém que nos esteja próximo e que já tenha tido uma experiência de bem-estar. Vemos o colega de quarto da faculdade e dizemos: “Meu Deus, João, está o máximo! Está com um ar tão saudável! O que é que você fez?” Tropeçamos numa experiência de bem-estar e começamos a descobrir que existe toda uma indústria de bem-estar, com todo o tipo de novos produtos e serviços.

    Não se poderia ter acesso ao bem-estar há 10 ou 15 anos atrás, porque não existia qualquer indústria do bem-estar. A maior parte destes produtos e serviços estão saindo neste momento do laboratório. E quando olhamos para esses laboratórios e vemos o que está por vir, apercebemo-nos de que este negócio vai mesmo levantar vôo. De tudo aquilo em que eu tenho me envolvido, a indústria do bem-estar parece-me, neste momento, a mais entusiasmante.

    NML: Qual é a ligação que vê entre o Marketing Multinível e esta revolução do bem-estar?
    Tem basicamente a ver com a diferença entre aquilo a que eu chamo “ensinamento ativo” e “ensinamento passivo”. Os meios de publicidade convencionais não são eficazes em transmitir aquilo a que eles chamam informação “intelectualmente inovadora”, o que é um eufemismo para “idéias novas”.

    Pense por um minuto na forma como vê televisão. Está bem confortável e relaxado no seu sofá e a última coisa que quer é ser confrontado com nova informação. De fato, quando realmente vemos algo que nos desafia, algo que está em desacordo com aquilo que sabemos ou pensamos que é verdadeiro, o que é que fazemos?

    NML: Mudamos de canal…
    Exato! A televisão é um meio muito passivo para se aprender e, por isso, não podemos utilizá-la realmente para ensinar novas idéias. O mesmo se passa com os jornais. Eu costumava escrever regularmente artigos de opinião para vários jornais, como o New York Times. Às vezes, estava numa festa entusiasmado com um artigo que eu tinha escrito e perguntava a um amigo: “Então, o que é que achou do meu artigo sobre este ou aquele assunto?”, e ele dizia-me: “Paul, eu não leio as suas coisas. Sou Democrata!” Geralmente, não lemos os artigos de opinião que nos desafiam. Só lemos aqueles que reforçam aquilo que já pensamos.

    A maior parte das nossas fontes de informação tornou-se hoje em dia num meio passivo. Não gastamos o nosso tempo com elas para sermos desafiados. Quando realmente nos deparamos com uma coisa que nos desafia, mudamos de canal ou lemos outra coluna.

    A única altura em que aprendemos ativamente, ou seja, em que começamos de fato a receber e a ter em conta informação nova, é quando estabelecemos um diálogo com alguém. Primeiro, a pessoa diz algo com que não concordamos. Aí, pensamos: “Oh, isso não é verdade.” Talvez não digamos nada por mera educação, mas a nossa cara reflete o nosso desacordo. Isso inicia um diálogo: ela acrescenta um pouco mais; nós respondemos e… gradualmente, o diálogo começa a alterar a nossa mente.
    A informação correta sobre dieta, nutrição, vitaminas, minerais e suplementos é quase toda ao contrário daquilo que ouvimos da nossa comunidade médica. Para muita gente, vai completamente contra a maneira como fomos educados. Existe por aí tanta informação incorreta: as pessoas ficam condicionadas por ela. Quando ouvem pela primeira vez informação nova e boa, é normal que sejam céticas. A única forma de mudarem realmente o seu paradigma ou começarem a aprender nova informação, é pessoa a pessoa – visto estarem ativamente empenhadas numa conversa.

    Isto não acontece do dia para a noite. Podem ser precisas três, quatro, cinco ou seis conversas com pessoas diferentes para mudarmos realmente a nossa opinião. É por isso que o bem-estar (que, para tanta gente, é tão obviamente uma informação que muda o paradigma) realmente funciona melhor num ambiente interativo de um para um, como é o caso do Marketing Multinível.

    NML: O que é que prevê para a próxima década, Paul?
    Vejo uma indústria do bem-estar no valor de um trilhão de dólares no ano de 2010.

    Vejo grandes oportunidades para o Marketing Multinível e para os seus distribuidores.

    Vejo certas empresas de Marketing Multinível a liderarem essa indústria, visto serem a maneira mais rápida de espalharem a nova informação.

    Vejo grandes oportunidades para a indústria do Marketing Multinível, por ser atualmente o melhor veículo que temos, nos Estados Unidos e no mundo, para educar as pessoas sobre novos produtos e serviços. Existe uma grande janela de oportunidade, para as empresas de Marketing Multinível, para ensinarem os consumidores acerca de produtos e serviços do bem-estar.

    Mas vejo também grandes desafios para as empresas de sucesso de Marketing Multinível, especialmente as envolvidas no bem-estar, à medida que a tecnologia for evoluindo. Estas empresas precisam ser flexíveis, para poderem manter-se à frente na nova tecnologia. Os melhores produtos e serviços de bem- estar de ontem podem não ser os melhores produtos e serviços de amanhã.

    A indústria dos computadores pessoais é uma boa analogia: empresas inteiras surgiram e desapareceram porque fizeram, por exemplo, o melhor software para fax… até surgir alguém com um software para fax melhor; ou porque fizeram o melhor cartão para um monitor… até todos os computadores começarem a vir já com o cartão incorporado.

    Muitos dos produtos que hoje são do Marketing Multinível vão passar para o varejo tradicional bastante depressa. Já se observa isso com a glucosamina e um grande número de outros suplementos: estão começando a entrar nos canais convencionais de varejo. Os distribuidores de Multinível, para permanecerem competitivos, vão ter de se manter à frente nas novas tecnologias.

    Vejo esta indústria consolidando-se. Muitas das empresas mais pequenas de Marketing Multinível não terão dinheiro suficiente para a Pesquisa e Desenvolvimento de que necessitam para competirem com as novas tecnologias. Vejo fusão de empresas, bem como empresas a alargarem a sua gama de produtos. As empresas que puderem ir ao encontro de mais necessidades dos seus consumidores são as que terão mais sucesso.

    Vejo verdadeiras experiências clínicas. Os produtos do negócio do bem-estar estão encaminhando-se para uma era de grande controle de qualidade. Atualmente, entre um terço a metade dos frascos que se encontram nas lojas não contêm o que está expresso nos rótulos, porque o negócio não está regulamentado. A empresa que tenha como único negócio o bem-estar tem muito mais a perder se cometer um erro: muitas vezes, tem melhor controle de qualidade. Em última análise, nenhuma das empresas de bem-estar de sucesso se pode dar ao luxo de ter um produto de má qualidade no mercado.

    NML: Como rabino em meio-período e alguém que é vegetariano (como afirma no seu livro, por razões espirituais), ficou bastante apaixonado pelo bem-estar, não acha?
    Tornou-se uma espécie de missão para mim e creio que também o é para os distribuidores de Multinível.

    Por muito que uma pessoa tenha em conta os benefícios financeiros e de estilo de vida deste negócio, nada é tão gratificante como modificar uma vida e as vidas de todas as pessoas que estão relacionadas com aquela vida. Se pudermos adicionar 5, 10 ou 15 anos à vida de alguém, pense nos filhos e na mulher ou no marido dessa pessoa. Há uma inter-relação maravilhosa entre todos nós no mundo hoje em dia, e quando podemos dar a alguém o dom do bem-estar, melhorar a qualidade da sua vida todos os dias ou mesmo prolongar essa vida, é realmente maravilhoso.

    Mas não se engane: há uma crise, uma tendência de proporções epidémicas caminhando em direção oposta no resto da América. Neste momento, o Marketing Multinível, para mim, é a única força no horizonte capaz de efetuar este tipo de mudança enorme.

    Paul Zane Pilzer é um mundialmente renomado economista, um multimilionário empreendedor de software, professor adjunto, assessor econômico de duas administrações presidenciais e autor de três best-sellers.

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  • Dinanismo

    Posted on janeiro 20th, 2007 admin No comments

    Dinamismo
    A chave para o seu sucesso financeiro é o dinamismo. Seja dinâmico em suas ações e você terá resultados positivos. Ninguém consegue nada de mão beijada! Temos que nos empenhar e correr atrás do que realmente queremos. Quando você menos esperar, a recompensa estará à sua frente e você poderá enfim desfrutar do resultado de seu trabalho. Vá em frente! Você consegue!

    Fonte: Imagem Folheados

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  • Estabeleça Metas

    Posted on janeiro 20th, 2007 admin No comments

    Estabeleça metas
    Estabeleça metas a serem cumpridas dentro de determinados períodos (meses, bimestres, semestres, etc) e tente alcançá-las. A cada meta alcançada sua motivação irá aumentar mais e mais. No entanto não estabeleça metas muito difíceis ou impossíveis de serem cumpridas, pois isso traria um efeito negativo. Seja ambicioso, porém realista.

    Fonte: Imagem Folheados

  • Dê tempo ao tempo

    Posted on janeiro 20th, 2007 admin No comments

    Dê tempo ao tempo
    Temos certeza que nosso programa de afiliados pode te trazer muito sucesso financeiro. No entanto isso não será da noite para o dia. Acreditamos que seja até rápido, comparando a muitos empregos tradicionais, onde você trabalha uma vida toda e não vê crescimento e nem recompensa alguma. Mas não espere que dentro de um mês você estará dando risada sozinho! Pensando desta maneira, você poderá ficar frustrado e poderá erroneamente desistir do que poderia ser uma carreira lucrativa.
    Seja paciente, plante suas sementes e faça um bom trabalho que, temos certeza que gradualmente você conseguirá atingir seus objetivos.

    Fonte: Imagem Folheados

  • Marketing Multinível – IV

    Posted on janeiro 17th, 2007 admin No comments

    O Poder das Redes

    Em seu livro Aposentado Jovem Rico, Robert Kiyosaki explica sobre sua dica mais quente para se construir uma fonte de renda passiva e residual: o Marketing Multinível, também conhecido como Marketing de Rede ou Network Marketing.

    ” Eu vejo o MLM como um dos veículos primários por onde pessoas podem canalizar seus esforços e pensamentos. Ser um MLMer (pessoa que trabalha com Marketing Multinível) é realmente ocupar-se com seu próprio negócio.”

    Kiyosaki aconselha: “Se você realmente seguir as lições ensinadas por alguns negócios de marketing de rede, descobrirá que os negócios serão bem mais seguros do que os fundos mútuos encontrados em sua conta de aposentadoria. Se você realmente trabalhar duro para fazer aqueles que estão na sua rede ficarem ricos, eles por sua vez o farão ficar rico e muito seguro. No meu modo de ver, um negócio de marketing de rede é bem mais seguro do que o mercado de ações, porque você está contando com pessoas que você aprendeu a amar e confiar, e todos estão controlando o poder da Lei de Metcalfe… a lei que mede o poder das redes”.

    A Lei de Metcalfe explica em parte o salto quântico ou explosão exponencial de riqueza. A lei afirma que o poder econômico de um negócio é o quadrado do número na rede.

    “Se você compreender o poder das redes e a importância das proporções de alavancagem, você também poderá ficar excepcionalmente rico em um curto período de tempo e a uma fração do custo”.

    Outro especialista sobre o multinível é o escritor e cientista econômico Paul Zane Pilzer.

    Pilzer afirma: “estamos testemunhando o nascimento explosivo de uma nova indústria de um trilhão de dólares e os distribuidores por todo o mundo estão posicionados para estarem na vanguarda dessa explosão.”

    EXEMPLIFICANDO O MARKETING MULTINÍVEL

    Se você patrocinar um novo distribuidor a cada mês na sua organização, e ensinar ele a fazer o mesmo, vamos ver quantas pessoas você terá em sua organização após um ano…

    01. Você patrocina 1 e o total de seu grupo (você e mais 1) = 2
    02. Você e seu 1, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 4
    03. Você e seus 3, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 8
    04. Você e seus 7, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 16
    05. Você e seus 15, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 32
    06. Você e seus 31, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 64
    07. Você e seus 63, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 128
    08. Você e seus 127, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 256
    09. Você e seus 255, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 512
    10. Você e seus 511, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 1024
    11. Você e seus 1023, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 2048
    12. Você e seus 2047, cada um patrocina 1 e o total de seu grupo= 4096

    Imagine agora que cada uma destes 4096 estejam trabalhando em média 1 hora por dia, telefonando para um amigo, ou vendendo um produto. Seriam 4096 horas de trabalho para o seu negócio por dia! E quantos destes 4096 você patrocinou pessoalmente? Apenas 12!

    Isso é progressão geométrica e é como o Marketing Multinível foi projetado para funcionar. Por isso mesmo, o MMN atrai pessoas ambiciosas, dotadas de iniciativa própria e dispostas a trabalhar para alcançar seus objetivos.

    Google

  • Marketing de Rede – III

    Posted on janeiro 13th, 2007 admin 1 comment

    A distribuição dos produtos é feita pelo sistema de Venda Direta em sua versão mais moderna, o Marketing de Rede.

    O Marketing de Rede é um sistema inteligente onde as pessoas comuns através de seus relacionamentos, levam os produtos e/ou serviços até o consumidor final, substituindo os gastos com a mídia e intermediários utilizados pelas empresas tradicionais através de comissões recebidas conforme seus incentivos a outros distribuidores.

    O Marketing de Rede funciona de maneira simples e democrática. O Distribuidor Independente compra direto da fábrica e ganha quando vende os produtos aos consumidores e/ou revendedores e ganha bônus sobre o volume de compras de produtos movimentado mensalmente pelos Distribuidores que indica e apóia ao formar sua própria organização de vendas, respeitando os critérios para ter direito aos bônus gerados pela sua organização de vendas.

  • Marketing Multinível (MMN) – II

    Posted on janeiro 12th, 2007 admin No comments

    Pirâmides Financeiras X Marketing de Rede
    por Liliana Alves Costa

    Com a rápida evolução das grandes tendências atuais, percebemos que nem todas as informações estão ao nosso alcance, no sentido de acompanhar, de forma satisfatória, tal evolução, pois devido a sua grande extensão, alguns se empenham em focar num determinado assunto ou abranger um conhecimento superficial sobre questões relevantes do mundo atual. Sendo o Marketing de Rede, também denominado Marketing Multinível, uma nova tendência da área de Marketing, pouco foi divulgado ou feito a respeito de um estudo mais aprofundado sobre o mesmo, de forma a torná-lo um assunto de corrente divulgação entre o meio empresarial, acadêmico e social.

    Atualmente, este vem se tornando um assunto relevante e de interesse também dos meios de comunicação, ao fato de que dados atuais revelam o seu crescimento e um melhor entendimento sobre a sua forma de atuação, com resultados satisfatórios.
    Possivelmente pelo não-entendimento da distinção entre pirâmides financeiras e Marketing de Rede, muitas pessoas se referem a ambos como sendo de mesma atuação. Ocasionalmente, isso vem gerando ao sistema de Marketing de Rede problemas quanto a sua imagem devido à percepção que o público passa a ter a respeito deste como empresa inescrupulosa e sem ética.

    Como o Marketing de Rede é uma forma de venda direta, também conhecido como Marketing Multinível ou venda direta multinível, vem-se comprovando que este é um método altamente eficiente e de sucesso para compensar os revendedores diretos pela colocação e distribuição de produtos e serviços diretamente aos consumidores.

    A WFDSA – World Federation of Direct Selling Associations e as Associações de Venda Direta têm demonstrado, com os códigos mundiais de conduta, o compromisso de seus membros com práticas justas e éticas no mercado. A WFDSA, fundada em 1978, é uma organização voluntária não-governamental que representa globalmente a indústria de vendas diretas como uma federação nacional de associações de vendas diretas (Direct Selling Association -DASs).
    Existem, atualmente, mais de 50 DASs nacionais que participam da federação, sendo que em 1997 as vendas globais a varejo de seus membros foram estimadas em mais de 80 bilhões de dólares, com o trabalho de mais de 25 milhões de revendedores autônomos. A WFDSA reconhece a necessidade de condutas éticas no mercado aprovando, em 1994, o Código Mundial de Conduta para a Venda Direta, o qual todas as associações nacionais precisam incluir em seus códigos nacionais.

    O Código Mundial de Conduta em Vendas Diretas traz:
    - satisfação e proteção aos consumidores- proteção aos revendedores diretos- promoção de competição justa dentro dos moldes da empresa- representação ética das oportunidades de ganho da indústria.

    O código é uma medida que visa a autoregulamentação da indústria de venda direta. Não há leis, mas o cumprimento do código requer um nível de comportamento ético que excede requerimentos legais nacionais.

    Cabe, então, esclarecer exatamente a diferença entre pirâmide e o sistema de Marketing de Rede:

    Pirâmide

    Em um conceito básico, o sistema de pirâmide é um esquema de recrutamento de pessoas, gerando renda somente do recrutamento de novos membros e da cobrança de taxas, sem que nenhum produto ou serviço real seja movimentado.
    Portanto, a recompensa ocorre apenas com a adição de novos participantes e com os investimentos destes, e não com a revenda ou a distribuição de produtos ou serviços com função comercial legítima.

    Sem sustento comercial, o número de recrutas disponíveis é finito e, aritmeticamente, recrutas posteriores possuem menor chance de enriquecer do que os promotores do esquema. Conseqüentemente, este esquema tem vida curta, e os que por último ingressarem praticamente não possuem nenhuma chance de recuperar as suas taxas de inscrição ou de se beneficiarem com o esquema.

    Na falta de um produto real, tais esquemas tentam coagir as pessoas, garantindo serem empresas legítimas que operam um plano de Marketing de Rede com produtos disfarçados. Porém, os produtos de venda utilizados por este sistema não possuem nenhum valor de mercado por serem falsos certificados, programas de treinamento, assinatura de revistas, cartões de descontos ilusórios, tratamentos ineficientes e outros. As pessoas recrutadas adquirem estes produtos sem perspectivas de revenda ou possibilidade de devolução do valor pago por eles.

    Marketing de Rede

    A evolução do Marketing de Rede, num contexto geral de Marketing, é a junção do Marketing de Relacionamento, que visa a qualidade do relacionamento com o cliente, e o Marketing Direto, que vem a ser o relacionamento direto entre vendedor e cliente. Portanto, o Marketing de Rede possibilita o relacionamento direto do distribuidor (vendedor) com o cliente, de forma a manter uma qualidade de relacionamento entre ambos, pois tal sistema só se consagra com a permanência de um relacionamento direto a longo prazo.

    O Marketing de Rede é um sistema de distribuição ou uma forma de Marketing que movimenta bens e serviços legítimos com grande valor comercial, do fabricante para o consumidor, por meio de uma rede de contratantes independentes. É uma maneira de organizar e remunerar revendedores envolvidos em vendas diretas. Possui um plano de remuneração de vendas diretas no qual revendedores podem receber ganhos de duas maneiras.

    Primeiramente, revendedores podem receber compensações por suas revendas pessoais de produtos e serviços a consumidores. Segundo, os revendedores podem ser remunerados pelas revendas ou compras de pessoas que ele próprio recrutou e patrocinou no plano, podendo também ser remunerado com base nas revendas do grupo ou da rede que foi recrutada e patrocinada por pessoas por ele previamente recrutadas. Portanto, é uma oportunidade para os revendedores estabelecerem o seu próprio negócio, revendendo bens e serviços e desenvolvendo e treinando uma organização ou uma rede de revendedores por eles patrocinados para fazerem o mesmo.

    Sendo assim, uma companhia de distribuição multinível significa qualquer pessoa, empresa, corporação ou outra entidade de negócio que venda ou distribua um bem ou serviço por meio de agentes independentes, contratantes ou distribuidores, e tais participantes podem recrutar outros participantes.

    Comissões, bônus, restituições, descontos, dividendos e outras considerações do programa são ou devem ser pagas como resultado da venda de tal serviço, produto, recrutamento, ações ou desempenho de participantes adicionais.

    Um dos pontos-chaves para as empresas de Marketing de Rede tem sido inserir o foco no consumidor em todo o processo de desenvolvimento de produtos. Cada produto é criado e fabricado como se a empresa estivesse atendendo a um pedido de consumidor. Por esta razão, o processo começa com uma avaliação detalhada para assegurar que o produto vai atender às necessidades e às expectativas do consumidor. Tal avaliação terá continuidade em cada estágio de desenvolvimento do produto, passando por pesquisa de mercado, análise e desenvolvimento de protótipos e testes com consumidores, até o produto final.

    Tais empresas possuem uma equipe de profissionais altamente qualificados e treinados para atender às necessidades dos distribuidores, de forma a ajudá-los com todas as orientações necessárias para que o negócio se desenvolva cada vez mais. As mesmas apoiam seus distribuidores com um ativo programa de treinamento. Além disso, os novos distribuidores recebem estímulos dos mais experientes, além de conselhos e de toda ajuda necessária para o início de suas atividades.

    Pouco a pouco, à medida que aprendem mais sobre os produtos, o plano de vendas e o Marketing da empresa, eles podem desenvolver os seus negócios independentes sobre uma base sólida e atingir o sucesso desejado.

    Liliana Alves Costa é Mestre em Administração (UFRGS), professora universitária e consultora de empresas.

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