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Data e Endereço dos eventos oficiais (confirmado)
Posted on setembro 4th, 2009 No commentsSegue folder da confirmação dos eventos:
Luiz Carlos Alves
Agel Team Member
www.agelvisao.com/luiz
Twitter: http://twitter.com/gruposnet
Msn: agelsuporte@gmail.com
Skype: luizc29 -
Primeiro Diamante Quádruplo Agel!
Posted on julho 10th, 2009 No commentsSegue informativo Agel:
Sr. Niti Sawangsap
Tradução: Google. 07/10/2009 07/10/2009
Caro Distribuidor,
É com uma enorme quantidade de excitação que Agel Enterprises anuncia ao mundo o primeiro Diretor Quádruplo Diamante, Sr. Niti Sawangsap e sua parceira e mulher, Mukda Pattarabancha!
Não há como demonstrar a quantidade de empenho, trabalho árduo, visão e convicção necessários para alcançar este marco notável.
É também mais um testemunho para o crescimento e o sucesso contínuo que Agel desfruta durante o que é para muitas outras empresas um tempo de sofrimento e sacrifício. A mensagem Agel de saúde, esperança e oportunidade ressoa como nunca antes.Em breve haverá Diretores Quádruplo Diamante em cada região do globo. Agora é a hora de reiniciar e aproveitar a sua parte para o sucesso desta notável história.
Luiz Carlos Alves
Agel Team Member
www.agelvisao.com/?id=luiz
Skype: luizc29
Msn: agelsuporte@gmail.com -
Vendas diretas complementa renda das famílias brasileiras
Posted on janeiro 27th, 2007 No commentsA cada ano, a venda direta se torna uma opção de renda para os brasileiros. Só em 2005, 1,5 milhão de revendedoras comercializou em todo o país, 1,1 bilhão de produtos, entre perfumaria, cosméticos, itens de higiene, suplementos nutricionais, entre outros. A Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABEVD) divulgou recentemente o balanço referente ao 1º semestre de 2006, revelando que o setor “porta-a-porta” teve um crescimento significativo. De janeiro a junho de 2006, o segmento movimentou 6,4 bilhões. Um incremento de 16% em comparação ao mesmo período de 2005.
Segundo dados da Natura, empresa líder no setor de cosméticos, o número de consultoras de vendas diretas cresceu 37,7% no ano passado. Até 2005, são 519 mil consultoras no Brasil, na Argentina, no Chile e no Peru. O total de recursos gerados para as consultoras alcançou R$ 1,3 milhão em 2005. Uma das fórmulas do sucesso nesse tipo de vendas é a maneira fácil de se relacionar. E nesse aspecto, o brasileiro é experiente. “O Brasil é um país culturalmente relacional, por isso o sucesso desse modelo de venda, que adiciona um valor ao ato da compra que o varejo tradicional ou a franquia não oferecem: a consultoria de beleza”, considerou Rodolfo Gutilla, presidente da Associação Brasileira de Venda Direta. Maria de Lourdes Carvalho tem mais de 40 anos de idade, e há 10 anos trabalha vendendo Natura, sendo essa a principal fonte de renda de sua família.
A consultora já esteve em 1º lugar no setor dela e comemorou o fato de ter conseguido comprar um carro com o dinheiro das vendas. “A venda direta é a minha principal fonte de renda, pois através dela consegui conquistar tudo o que tenho”, declara a consultora. Mensalmente, ela consegue um rendimento de R$ 4 mil e possui clientes fixos, que visita diariamente. De acordo com a ABEVD, as vendas diretas cresceram acima de outros setores da economia, como, por exemplo, o de varejo. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a média acumulada do crescimento do varejo de janeiro a maio de 2006, em comparação ao ano passado, foi de 6% (os dados de junho ainda não foram divulgados pelo órgão). E a receita nominal desse segmento no mesmo período foi de 8%.
O presidente da ABEVD ressalta que houve crescimento no canal de vendas. “Comparando-se o número de revendedores ativos no País, do período de janeiro a junho de 2006 ao do 1º semestre de 2005, percebemos alta de 2,2%. Hoje, esse contingente supera o 1,5 milhão de pessoas, o equivalente à população de Curitiba, capital do Paraná”, conta Guttilla.
Fonte: jornalpequeno.com.br, 27/09/2006, Online
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Homems de porta a porta
Posted on janeiro 27th, 2007 No commentsGiselle Vanessa Carvalho
Homens despem-se de preconceitos, aposentam de vez as enciclopédias e saem sem medo às ruas tocando campainha para vender cosméticos, maquiagens, lingerie, perfume, entre outras coisas que permeiavam apenas o universo feminino. É mais uma mostra de que quando o assunto é mercado de trabalho a tal guerra dos sexos dá lugar à “mistura” dos sexos. Homens vão ao salão de beleza, assumem o fogão, vestem rosa. Mulheres dirigem caminhões, aposentam frigideiras, usam macacão de mecânico. Troca e compartilhamento de papéis que têm um único objetivo: sobreviver à voracidade do mercado. Para garantir complementação ao salário, aproveitar a flexibilidade de horários sem prejuízo a outras atividades, 1,5 milhão de homens e mulheres brasileiros fazem da venda porta a porta a alternativa para aumentar a renda. E não por acaso esse mercado tem batido recordes contínuos desde 1999 e há perspectiva de alta para 2007. Uma empresa de perfumes calcula ganho médio de R$ 2.610 com a venda de três unidades por dia. Renda extra que pode ser obtida na comercialização durante intervalos do emprego formal, na faculdade ou mesmo entre amigos. E os ganhos podem ser ainda maiores. Uma firma de alimento funcional promete rendimentos de até 18,9 mil por mês. A margem de lucro vai de 20% a 100%. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), o rendimento médio para iniciantes é de R$ 700 mensais. A entidade ainda não tem em números a quantidade de homens que já atuam no ramo de venda direta em áreas até então exclusivamente femininas, como os cosméticos, perfumes e maquiagens, que representam 90% dos negócios do setor. Mas a participação masculina já chega a percentual suficiente para que tenha notório desempenho em empresas de lingerie, produtos plásticos, higiene, cosméticos e perfumaria, acessórios, utilidades domésticas, moda, calçados, relógios, jóias, brinquedos, artigos de cama, mesa e banho, além de artigos de decoração.
Catálogos - A acirrada disputa no mercado de trabalho chega agora aos catálogos de produtos. Revistas que deixam de estar no território antes exclusivo das bolsas femininas para ocupar também as pastas e carteiras masculinas. A divisão de sexos parece mesmo estar com os dias contados. Há menos de um ano como revendedor de cosméticos, maquiagem, utilidades domésticas, lingeries, perfumes, bijuterias e produtos naturais, Marcos Roberto da Silva, 23, consegue acrescentar cerca de R$ 500 por mês à renda de seu trabalho formal. A carteira de clientes tem 180 pessoas, entre homens e mulheres. O bom resultado fez com que Marcos desenvolvesse, inclusive, estratégias de marketing para fidelizar a clientela. Dependendo do valor da compra a freguesa ganha um batom. Também se tornou um leitor voraz de informações sobre uso e tendências dos produtos que vende. A disponibilidade de orientação do uso adequado e opiniões sobre cada produto também fizeram dele o vendedor preferencial na empresa onde trabalha, com os amigos da cidade de Guapó e do distrito de Posselândia, para onde viaja aos finais de semana. A naturalidade com que Marcos assumiu a atuação como vendedor porta a porta conquistou até mesmo o público masculino. Segundo ele, os homens sentem-se mais à vontade para comprar cremes para os pés, mãos, perfumes e desodorantes quando o vendedor assume que usa e conhece os benefícios do produto. “Tenho clientes homens que usam até Renew para prevenir rugas. Não tenho vergonha de dizer para todo mundo que se acabou a maquiagem, se o Renew está no fim, se quer um perfume novo, eu vendo. E é essa minha segurança que afasta qualquer tipo de preconceito”, comenta Marcos.
Brasil é quarto em ranking mundial
Números da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA) mostram que o volume de negócios de venda direta no mundo alcançou US$ 97 bilhões em 2004. US$ 3,9 bilhões desse montante veio do Brasil. O que colocou o País na quarta posição no ranking mundial das vendas diretas. O aumento da vaidade masculina, aliado à simplicidade do sistema de compra e venda, foi um dos atrativos para o aposentado Francisco Flor Sobrinho, 63, que há quatro meses auxilia a esposa nas vendas. Juntos complementam a renda da família em média com R$ 500 por mês. Em apenas 120 dias ele conseguiu fidelizar 20 clientes. Para ele, as vantagens são a possibilidade de trabalhar em horários flexíveis, o ganho conforme a dedicação e o atendimento personalizado. Já o estudante Thiago Miguel de Souza, 25, optou por um mix diversificado de produtos para ter uma ampla carteira de clientes. Escolheu Hermes, Payot, Bella, Dulloren e Contém 1g para atender às necessidades dos familiares, colegas de trabalho e de faculdade, além dos clientes que conquistou no popular boca a boca.A estratégia deu tão certo que Thiago consegue acrescentar cerca de 30% à renda mensal apenas anotando e enviando pedidos de pessoas que compõem seu ciclo de convívio. Perfumes e maquiagens respondem por mais de 60% dos produtos comercializados por eles. Assim como Francisco e Thiago, outros 55 milhões de vendedores em 60 países e de 1,5 milhão de brasileiros também optaram pelas vendas de porta a porta. Pessoas que fazem com que o setor responda por cerca de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Graças a estes vendedores, apenas no primeiro trimestre deste ano a venda direta movimentou R$ 2,9 bilhões. Aumento de 16% em relação ao mesmo período do ano passado.
Mercado registra alta no semestre
De janeiro a março foram comercializados quase 270 milhões de itens. O número de revendedores ativos cresceu 2,2% no primeiro semestre de 2006 na comparação com igual período de 2005. Nos primeiros seis meses do ano foram vendidas 564 milhões de unidades ante 515 milhões de unidades em igual período do ano passado. De acordo com o consultor de Recursos Humanos Roberto Tavares de Rezende, o setor sustenta série histórica de crescimento porque está diretamente relacionado ao alto índice de desemprego e aos baixos salários pagos no Brasil. “É um sistema que oferece trabalho para os sem emprego. Também produz profissionais diferenciados, que se caracterizam pelo bom relacionamento com os clientes.” Rezende avalia que a venda porta a porta pode servir como experiência profissional nesse ramo de atuação. “Vendedores de produtos em catálogos, com vasta carteira de clientes, podem sim ser aproveitados pelo mercado formal, inclusive na área do produto que vende, cosmético, por exemplo.” Neste segmento, há oportunidade de crescimento mesmo dentro das empresas de venda direta. “Pode-se passar de revendedor a gerente de setor. Vale muito a pena se empenhar na venda direta, assim como em qualquer outro tipo de emprego.”Fonte: Diário da Manhã - GO, 20/09/2006, Economia, 14
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Contato boca a boca
Posted on janeiro 12th, 2007 No commentsEste é um dos métodos de divulgação que mais dá resultados; é uma maneira ao mesmo tempo prática, lógica e inovadora de fazer o seu negócio decolar! Não a ignore, é praticamente impossível algo dar errado através do agendamento de reuniões, palestras e seminários, pois trata-se de um método realmente infalível e que certamente fará com que você alcance ganhos elevadíssimos, muito superiores até mesmo aos ganhos preconizados pelo Sistema MMN em suas demonstrações de resultados financeiros.
Na conjuntura atual, todos sabemos que empregos estão cada vez mais escassos, e boas oportunidades são raramente oferecidas ou encontradas. Há milhões de pessoas no Brasil vivendo na pobreza, na miséria ou simplesmente vivendo sem o padrão de vida que um dia desejaram, devido à falta de recursos financeiros, oriunda do desemprego. São milhões de desempregados que, na maioria das vezes, são pessoas capazes de realizar um bom trabalho, mas que não o fazem pela falta de oportunidades.
O Sistema MMN, sem sombra de dúvida, tem uma grande oportunidade de negócio para oferecer a todas as pessoas, afinal quem não gostaria de trabalhar a partir de sua própria casa ou escritório, fazendo seu próprio horário, sem patrão, com uma renda progressiva, residual e vitalícia, podendo atingir R$ 20.000,00 mensais ou mais? A proposta é indubitavelmente atraente.
No entanto, as pessoas geralmente não acreditam nesse tipo de negócio por considerarem a proposta fantasiosa demais para ser verdade, e muitas delas, devido a essa “crença”, não querem sequer saber o que lhes está sendo oferecido e como poderão ganhar salários altíssimos, aumentando mês após mês, com uma simples atividade de divulgação.




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